O profissional de serviço NÃO é pago para…

O profissional de serviço NÃO é pago para…

Ser surdo;
Não pedir desculpas nunca;

Dizer uma coisa e fazer outra;

 

Criar feudos ou panelas;

 

Admitir que não nada que você não saiba;

 

Fugir das suas responsabilidades, omitir-se;

 

Perder o auto-controle e gritar com as pessoas;

 

Limitar-se a fazer só o extremamente necessário ;

 

Criticar quem quer que seja na frente de terceiros;

 

Não explicar para as pessoas os porquês da suas decisões;

 

“Quebrar galhos” de companheiros, chefes ou colaboradores;

 

Tomar todas as iniciativas sozinho, sem consultar ninguém;

 

Dizer: “É assim que o homem (o chefe) quer, ou não quer”;

 

Não tomar decisões porque “o tempo resolve 90% dos problemas”

 

Só fazer de conta que respeita e aplica os valores da empresa;

 

Entender que está sempre certo, nunca errou, erra ou errará;

 

Usar seus colaboradores para resolver problemas particulares seus;

 

Ser inflexível em suas decisões, mesmo quando surge outra melhor;

 

Obrigar seus colaboradores a serem totalmente dependentes seus;

 

Concordar cegamente com tudo o que seus chefes disserem ou fizerem;

 

Não demonstrar nenhuma afabilidade (ser afável) para com as pessoas;

 

Desrespeitar as pessoas, tenham o nível hierárquico que tiverem;

 

Não dar a menor bola para os que pensam ou sentem, os seus colaboradores;

 

Manter os colaboradores à distância de você/criar “mundos diferentes”;

 

Avaliar superficial/levianamente quem quer que seja, a qualquer tempo;

 

Empurrar os problemas “com a barriga”, transferir os problemas existentes;

 

Empurrar incompetentes ou pessoas com atitudes incorretas para outro setor;

 

Dizer ou pensar: “nessa eu não me meto porque vou acabar entrando numa fria”;

 

Esquecer que o erro faz parte da vida e que, sem ele, as pessoas se desenvolvem;

 

Distribuir críticas generosas publicamente e reconhecimento privadamente;

 

Entender que chefe, que é chefe, não diz: “muito obrigado; por favor, bom dia”;

 

Impedir que qualquer colaborador tome iniciativa que possam melhorar resultados;

 

Ser generoso (o pai de todos), só enquanto estiver interessado em obter resultados;

 

Esconder ou roubar idéias ou iniciativas dos seus colegas, ou colaboradores;

 

Ser o dono da verdade; ou seja, o único que sabe e pode resolver tudo, o tempo todo;

 

Desencorajar os seus colaboradores a expressarem pontos de vistas divergentes dos seus;

 

Não divulgar (sonegar) informações dos colegas ou colaboradores para “ganhar poder”;

 

Dificultar a implantação de novas idéias ou soluções só porque elas não foram suas;

 

Ser refratário a todo esforço que se fizer no sentido de melhorar as pessoas e você mesmo;

 

Para dizer: “não é problema meu”, “não é do meu departamento”, “não sou responsável”, “não ganho para isso”, “não fui eu quem fiz”, Etc.

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