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Fechar um negócio

Fechar um negócio

A percepção dos tipos mais difíceis na hora de fechar um negócio

É ilógico acreditar que no mundo dos negócios, com planejamento, capital e inteligência emocional, tudo são flores. Porque não depende de um só indivíduo, afinal, para pôr em prática algum projeto ou uma ideia, é preciso duas ou mais pessoas.

“É ilógico acreditar que no mundo dos negócios, com planejamento, capital e inteligência emocional, tudo são flores.”

E é exatamente no modo como nos relacionamos com essas pessoas que pode fazer toda a diferença. Já que não convém colocar um negócio em risco.

Por isso, o tema hoje é perceber temperamentos difíceis e saber a melhor maneira de administrá-los durante o relacionamento profissional.

Uma das piores atitudes que pessoas com temperamento difícil têm é: falar algo e depois fazer completamente diferente do prometido. E isso é muito comum de acontecer.

Como proceder nesse tipo de situação? É dar feedback (sempre). É expor ao parceiro de negócio o impacto negativo que a falta de comprometimento pode gerar nos resultados esperados. E mesmo que o benefício maior seja somente seu, explique com palavras objetivas e respeitosas como se sente com relação a isso e o quanto você será prejudicado.

Procurar apontar características em comum entre você e seu parceiro (crie-as, caso não as note) também produz mais empatia e consequentemente maior consideração.

Vejamos agora os perfis mais difíceis de lidar na hora de fechar um negócio lucrativo:

  • “Os maravilhosos” – geralmente, são pessoas aparentemente inofensivas, muito cordiais, sociáveis, mas quando você demonstra certa dependência com relação à decisão deles, pode fritar suas expectativas e colocar tudo a perder, caso fique ansioso. São os conta-gotas de nomes em voga, os bons de “jogo” (como dizem os mais espertos) e como são movidos ao ego, precisam se sentir os donos da situação, por isso jamais os pressione. Talvez, você possa buscar outras fontes para auxiliá-lo com tarefas a fim de colaborar com a necessidade de liberdade desse tipo de gente.
  • “Os sobrecarregados” – são líderes que não possuem competência de administrar o próprio tempo. Se puder, ignore-os. Talvez, eles só sejam úteis para compor o capital do negócio (deixando claro todas as etapas por escrito).
  • “Os mistos de emoção” – normalmente, são um tanto descontrolados, terceirizam quase tudo no plano de negócio, devido à personalidade impulsiva e explosiva; são pessoas de temperamento limítrofe, e o melhor é não entrar em choque com elas. Limite-se a dizer, em poucas palavras, aonde pretende chegar o seu negócio e a forma de ela ajudá-lo no alcance dos seus objetivos. Praticamente, você faz as coisas sozinho, e só mesmo tem contato com esse tipo quando precisa resolver um embate (funcionam como consultores) e para tanto, nem é necessário encontrá-los pessoalmente. Com vários meios tecnológicos, isso pode ser útil.
  •  “Os queixosos” – muito complicados! São pessoas indecisas, um tanto pessimistas e reclamonas. Também são controladoras quando não se sentem seguras no negócio. Por isso, o importante é não criar subterfúgios e/ou alternativas para não ativar a ansiedade delas. Convém estabelecer metas em um curto espaço de tempo e fáceis de serem geridas. E só se não derem certo é que se tentam outras ideias.

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